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De que forma as novas terapêuticas melhoraram a qualidade de vida das pessoas com DII?

19-10-2021

Nas últimas décadas registaram-se grandes alterações na forma de tratar a Doença Inflamatória do Intestino (DII). Essa evolução traduziu-se em mais qualidade de vida, com menos internamentos, menos cirurgias e a possibilidade de ter uma vida quase igual à das pessoas que não têm doenças crónicas.

No último episódio da quarta temporada de “Dar a Volta à DII” falámos nas mudanças que ocorreram na forma de tratar os doentes com novas terapêuticas, na revolução provocada pelos biotecnológicos, e também do impacto das terapêuticas na qualidade de vida das pessoas com DII e do papel do gastrenterologista. Contámos com a presença de Francisco Portela, gastrenterologista do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC).

Veja a entrevista na íntegra aqui.

Se quiser ver todos os episódios anteriores, aceda ao canal APDI no YouTube.

5.° Congresso da APDI começa hoje

12-10-2021

A APDI começa hoje o seu 5.º Congresso, que será dedicado ao tema “O Futuro na Doença Inflamatória do Intestino”!

O congresso será repartido em três webinares semanais, emitidas hoje e nas duas próximas terças-feiras de forma online, no YouTube e Facebook, entre as 19 e as 20 horas. 

Serão três importantes debates dedicados ao futuro da DII que contarão com vários convidados especiais.

Contamos com a vossa presença e participação em mais um grande congresso da APDI!

Aqui fica o programa completo:

12 de outubro
A DII em 2030 - Qual a evolução esperada? 
Convidados: Paula Ministro (presidente GEDII); Marília Cravo (vice presidente SPG); Ana Sampaio (presidente APDI); Salomé Pinho (investigadora I3S) 

19 de outubro
Há uma fórmula mágica para viver BEM com DII?
Convidados: Jorge Ascensão (psicólogo clínico APDI); Carla Guimarães (nutricionista APDI); Pedro Alves (membro da APDI); Carina Cruz (enfermeira do HGO) 

26 de outubro 
A COVID-19 e a DII – Que efeitos a longo prazo? 
Convidados: Ricardo Mexia (Presidente da ANMSP); Joana Torres (gastrenterologista HBA); Bruno Arroja (gastrenterologista HB); Hélder Mota (professor da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa)

Assista aqui: https://www.youtube.com/canalapdi 

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3.º Capítulo do Guia TAKEDA/APDI sobre a doença de Crohn fistulizante é dedicado à nutrição

29-09-2021

Chegou a altura de disponibilizarmos para os nossos associados o terceiro capítulo do guia digital dedicado às pessoas com fístulas na doença de Crohn (DC). Este projeto foi criado pela TAKEDA em parceria com a APDI, e os dois primeiros capítulos foram apresentados na nossa página em julho e maio passados.

Este guia foi estruturado em dez capítulos. E o que apresentamos hoje fala sobre a nutrição. 

A nutrição é importante para todos, e ainda mais para quem sofre de DC. Não existe uma única dieta adequada para as pessoas com esta Doença Inflamatória do Intestino (DII), porque cada doente tem as suas especificidades. Para obter o melhor acompanhamento deve falar com a sua equipa clínica (médicos e nutricionista), de forma a estabelecer um plano alimentar adequado às suas necessidades.

Neste capítulo falamos assim, e de forma aprofundada, de várias temáticas, que vão desde o impacto da DC na nutrição até à gestão dos hábitos alimentares durante os períodos de exacerbação e dos sintomas frequentes através de alterações alimentares. Deixamos também uma série de dicas de gestão da DC através de uma alimentação saudável e ainda abordamos a questão dos suplementos alimentares.

Leia tudo no terceiro capítulo do guia digital, disponível aqui em baixo.

Pode ler ou reler o primeiro capítulo aqui e o segundo aqui.

Viver Melhor com a doença de Crohn fistulizante - Capítulo 3 / 488 KB

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Qual o valor do medicamento e das inovações terapêuticas na DII?

21-09-2021

Na área das Doenças Inflamatórias do Intestino (DII), as novidades terapêuticas têm acontecido muito rapidamente. No entanto, é verdade que cada vez há mais pessoas com DII e em faixas etárias muito novas. E a inovação custa dinheiro.
A evolução terapêutica nas DII foi assim o tema deste episódio de “Dar a Volta à DII”. Para falar sobre o tema esteve presente o convidado Paulo Carinha, farmacêutico hospitalar.

Paulo Carinha mencionou a importância da entrada de alguns medicamentos na vida das pessoas com a patologia, não só a nível pessoal como profissional. E sente que o valor do medicamento na DII é, por isso, evidente na diminuição dos sintomas, dos efeitos secundários e da qualidade de vida das pessoas com DII. Falou ainda sobre a forma como o custo dos medicamentos não pode contornar a satisfação dos doentes, sentindo que o investimento terá sempre um retorno que será muito mais significativo.

Veja a entrevista na íntegra aqui.

Se quiser ver todos os episódios anteriores, aceda ao canal APDI no YouTube.


Dose adicional da Vacina contra a COVID-19

13-09-2021

No passado dia 1 de setembro, a Direção-Geral de Saúde implementou a disponibilização de uma dose adicional de vacina contra a COVID-19 para pessoas com imunossupressão grave que tenham 16 ou mais anos.

No entanto, vale a pena salientar que, nesta atualização da campanha de vacinação, só estão abrangidas as pessoas com Doença Inflamatória do Intestino (DII) que estejam a fazer:
- ciclosporina
- azatioprina
- metotrexato
- quimioterapia para doença oncológica
- dose elevada de corticosteroides (prednisolona dose cumulativa >10mg/dia durante, pelo menos, três meses ou prednisolona >20mg/dia durante, pelo menos, duas semanas ou equivalente).

O pedido desta dose adicional de vacina é efetuada de forma online pelo seu médico de DII, através da PEM - Prescrição Eletrónica de Medicamentos.

A administração desta dose adicional será realizada no ACES/ULS (centro de saúde) através da  apresentação da prescrição pelo médico, indicando se a pessoa se enquadra na categoria abrangente pela norma, e a data a partir da qual deve ser administrada a dose de reforço.

Quando se deslocar ao centro de saúde deverá também levar uma declaração do seu médico com a informação de que:

a) Se trata de pessoa com condição de imunossupressão, nos termos da Norma da DGS 002/2021;

b) A data a partir da qual, ou o período, em que deve ser administrada a dose de reforço.

Depois terá de estar atento as mensagens (SMS) do seu telemóvel ou a eventuais chamadas telefónicas. 

Norma 002/2021 / 575 KB

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