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Férias

24-07-2020

Estaremos encerrados para férias de 8 de Agosto a 31 de Agosto.

Boas férias!

Doentes crónicos exigem entrega de medicamentos hospitalares próximo de casa

06-07-2020

Os doentes crónicos exigem a continuidade da entrega de medicamentos hospitalares nas respetivas casas, farmácias comunitárias próximas da residência ou dos locais de trabalho, tal como aconteceu durante o período de confinamento devido à Covid-19.
Numa carta aberta, que já foi divulgada na Comunicação Social e que foi entregue junto dos principais responsáveis governamentais da Saúde, as 10 associações que assinam a carta – entre as quais a APDI - explicam que desde Maio passado que muitos doentes “ficaram sem acesso de proximidade à sua medicação hospitalar”, o que os obrigou a terem de fazer quilómetros até ao hospital onde é tratado ou, no pior dos casos, ficar sem tomar a respetiva medicação com todos os problemas inerentes a esta decisão.
De referir que a Operação Luz Verde durante o período de confinamento conseguiu fazer chegar a 15 mil pessoas os medicamentos hospitalares de que os doentes crónicos necessitavam. Leia aqui a carta completa.

carta decisores políticos / 741 KB

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Os medicamentos hospitalares continuam próximos!

29-06-2020

É verdade que a Operação Luz Verde terminou em maio. Porém, enquanto a situação epidemiológica do país o justifique e de acordo com a informação do despacho n.º 5315/2020 (em anexo), os medicamentos dispensados na Farmácia Hospitalar em regime de ambulatório podem, a pedido do utente, ser dispensados nas farmácias comunitárias por si indicadas, ou no seu domicílio.

Assim sendo, deverá contactar o seu hospital para efetuar o pedido de entrega da medicação hospitalar na farmácia de rua (comunitária) ou em sua casa. Alguns hospitais têm no seu site a indicação de como deve proceder. Este serviço de proximidade do medicamento hospitalar deverá estar disponível em todos os hospitais do SNS, e para todos os medicamentos que levantava no seu hospital (incluindo os medicamento de frio).
Se tiver algum tipo de constrangimento não hesite em contactar-nos através do e-mail geral@apdi.org.pt.

Caso necessite de obter a informação de contato de e-mail da farmácia do seu hospital aceda ao seguinte link: https://www.infarmed.pt/web/infarmed/lista-enderecos-envio-prescricoes-medicas?p_p_id=56_INSTANCE_zLhLejV6JmhW&p_p_lifecycle=0&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_pos=2&p_p_col_count=3

Despacho 5315 medicação hospitalar / 226 KB

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Alimentação e Anemia: mitos e factos

16-06-2020

Uma alimentação saudável, equilibrada, completa e diversificada é importante para assegurar que o organismo recebe todos os nutrientes que necessita. É através da  alimentação que podemos prevenir o aparecimento de possíveis déficits de nutrientes e, consequentemente, de patologias como a anemia.
A anemia é mais frequentemente causada por deficiência de ferro, mas pode também ser fruto de falta de vitamina B12 ou ácido fólico. As pessoas com DII “têm um risco acrescido de ter défice de ferro”, afirma Carla Guimarães, nutricionista da APDI. É por isso necessário dar ainda mais atenção ao consumo de alimentos ricos neste elemento.
Nas fases mais agudas da DII “podemos estar a comprometer esse aporte de ferro” e é também aí essencial o papel da nutricionista no desenho da melhor dieta possível. Quando o fator alimentação não basta, ou quando temos uma situação de anemia instalada, “o que está preconizado como tratamento é complementar com suplemento oral ou endovenoso de ferro”.
As carnes, as vísceras, o peixe, a gema de ovo, as leguminosas, os frutos secos e alguns vegetais de folha verde escura são alimentos amigos na aquisição de ferro, enumera Carla Guimarães. Uma entrevista para ouvir na íntegra no novo episódio de Dar a Volta à DII no canal APDI de YouTube.

Posso pedir o regime de teletrabalho?

15-06-2020

Muitas têm sido as questões levantadas acerca do teletrabalho num momento em que a Covid-19 ainda não nos deixa baixar a guarda. O Artigo 4.º da Resolução do Conselho Ministros n.º 40-A/2020 de 29 de maio de 2020 vem esclarecer. E logo na primeira alínea refere o “regime excecional de proteção de imunodeprimidos e doentes crónicos”. De destacar que o regime de teletrabalho deverá ser requerido pelo trabalhador, independentemente do tipo de vínculo laboral.

Deixamos-lhe o Artigo 4-º na íntegra e aqui (link para anexo completo) toda a Resolução do Conselho Ministros n.º 40-A/2020 de 29 de maio de 2020.

"Artigo 4.º Teletrabalho e organização de trabalho

2 - Sem prejuízo da possibilidade de adoção do regime de teletrabalho nos termos gerais previstos no Código do Trabalho, este regime é obrigatório quando requerido pelo trabalhador, independentemente do vínculo laboral e sempre que as funções em causa o permitam, nas seguintes situações:

a)      O trabalhador, mediante certificação médica, se encontre abrangido pelo regime excecional de proteção de imunodeprimidos e doentes crónicos, nos termos do artigo 25.º -A do Decreto -Lei n.º 10 -A/2020, de 10 de março, na sua redação atual;

b)       O trabalhador com deficiência, com grau de incapacidade igual ou superior a 60 %; N.º 105 29 de maio de 2020 Pág. 29-(13) Diário da República, 1.ª série

c)      O trabalhador com filho ou outro dependente a cargo menor de 12 anos, ou, independentemente da idade, com deficiência ou doença crónica, decorrentes de suspensão das atividades letivas e não letivas presenciais em estabelecimento escolar ou equipamento social de apoio à primeira infância ou deficiência, fora dos períodos de interrupções letivas fixados nos anexos II e IV ao Despacho n.º 5754 -A/2019, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 115, de 18 de junho.

 3- A obrigatoriedade prevista na alínea c) do número anterior é aplicável apenas a um dos progenitores, independentemente do número de filhos ou dependentes a cargo."

A Resolução do Conselho Ministros n.º 43-B/2020 prolonga o estado de calamidade até dia 28 de junho de 2020.

Resolucao CM 40A 2020 / 1.21 MB

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