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Tudo sobre os Biossimilares

16-09-2020

Os biossimilares são medicamentos similares ao medicamento biológico que os antecederam na indicação terapêutica para a qual são aprovados. É uma de várias opções na área terapêutica que permite às pessoas com DII viver mais e melhor a cada ano que passa.
 
Mas será que estes fármacos, que aparecem no fim do período patente dos biotecnológicos de marca, garantem ou não a mesma eficácia que os originais e a mesma qualidade que os medicamentos de marca?

No regresso do programa Dar a Volta à DII, falámos com o Dr. Pedro Soares, farmacêutico hospitalar, que ajudou a desvendar alguns dos mitos e informações erradas que persistem na área dos medicamentos biossimilares.

Veja a entrevista na íntegra, bem como todos os episódios anterios, no canal da APDI no YouTube.

30 associações de doentes trabalham pela proximidade no acesso a medicamentos hospitalares

11-09-2020

Depois de uma carta aberta divulgada na Comunicação Social e entregue aos principais responsáveis governamentais da Saúde, 30 associações de doentes participaram no projeto de elaboração da proposta para “Acesso em Contexto de Proximidade a Medicamentos Dispensados em Regime Ambulatório de Farmácia Hospitalar”.

Esta proposta foi apresentada no passado dia 10 de Agosto pelas associações de doentes, em reunião realizada com responsáveis do Grupo de Trabalho para a Dispensa de Proximidade de Medicamentos.

O Grupo, cuja criação foi declarada no Despacho n.º 6971/2020, é da responsabilidade da Dra. Jamila Madeira, Secretária de Estado Adjunta da Saúde, e tem a sua orientação a cargo do Infarmed. 

Aguardamos pela versão final do trabalho, que será apresentada pelo grupo em breve. Até lá pode ler o documento já apresentado.

GTAP MP Medicamentos Hospitalares / 1.69 MB

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Doentes crónicos exigem entrega de medicamentos hospitalares próximo de casa

06-07-2020

Os doentes crónicos exigem a continuidade da entrega de medicamentos hospitalares nas respetivas casas, farmácias comunitárias próximas da residência ou dos locais de trabalho, tal como aconteceu durante o período de confinamento devido à Covid-19.
Numa carta aberta, que já foi divulgada na Comunicação Social e que foi entregue junto dos principais responsáveis governamentais da Saúde, as 10 associações que assinam a carta – entre as quais a APDI - explicam que desde Maio passado que muitos doentes “ficaram sem acesso de proximidade à sua medicação hospitalar”, o que os obrigou a terem de fazer quilómetros até ao hospital onde é tratado ou, no pior dos casos, ficar sem tomar a respetiva medicação com todos os problemas inerentes a esta decisão.
De referir que a Operação Luz Verde durante o período de confinamento conseguiu fazer chegar a 15 mil pessoas os medicamentos hospitalares de que os doentes crónicos necessitavam. Leia aqui a carta completa.

carta decisores políticos / 741 KB

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Os medicamentos hospitalares continuam próximos!

29-06-2020

É verdade que a Operação Luz Verde terminou em maio. Porém, enquanto a situação epidemiológica do país o justifique e de acordo com a informação do despacho n.º 5315/2020 (em anexo), os medicamentos dispensados na Farmácia Hospitalar em regime de ambulatório podem, a pedido do utente, ser dispensados nas farmácias comunitárias por si indicadas, ou no seu domicílio.

Assim sendo, deverá contactar o seu hospital para efetuar o pedido de entrega da medicação hospitalar na farmácia de rua (comunitária) ou em sua casa. Alguns hospitais têm no seu site a indicação de como deve proceder. Este serviço de proximidade do medicamento hospitalar deverá estar disponível em todos os hospitais do SNS, e para todos os medicamentos que levantava no seu hospital (incluindo os medicamento de frio).
Se tiver algum tipo de constrangimento não hesite em contactar-nos através do e-mail geral@apdi.org.pt.

Caso necessite de obter a informação de contato de e-mail da farmácia do seu hospital aceda ao seguinte link: https://www.infarmed.pt/web/infarmed/lista-enderecos-envio-prescricoes-medicas?p_p_id=56_INSTANCE_zLhLejV6JmhW&p_p_lifecycle=0&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_pos=2&p_p_col_count=3

Despacho 5315 medicação hospitalar / 226 KB

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Alimentação e Anemia: mitos e factos

16-06-2020

Uma alimentação saudável, equilibrada, completa e diversificada é importante para assegurar que o organismo recebe todos os nutrientes que necessita. É através da  alimentação que podemos prevenir o aparecimento de possíveis déficits de nutrientes e, consequentemente, de patologias como a anemia.
A anemia é mais frequentemente causada por deficiência de ferro, mas pode também ser fruto de falta de vitamina B12 ou ácido fólico. As pessoas com DII “têm um risco acrescido de ter défice de ferro”, afirma Carla Guimarães, nutricionista da APDI. É por isso necessário dar ainda mais atenção ao consumo de alimentos ricos neste elemento.
Nas fases mais agudas da DII “podemos estar a comprometer esse aporte de ferro” e é também aí essencial o papel da nutricionista no desenho da melhor dieta possível. Quando o fator alimentação não basta, ou quando temos uma situação de anemia instalada, “o que está preconizado como tratamento é complementar com suplemento oral ou endovenoso de ferro”.
As carnes, as vísceras, o peixe, a gema de ovo, as leguminosas, os frutos secos e alguns vegetais de folha verde escura são alimentos amigos na aquisição de ferro, enumera Carla Guimarães. Uma entrevista para ouvir na íntegra no novo episódio de Dar a Volta à DII no canal APDI de YouTube.