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APDI Não aceita orientação nº5 da CNFT

23-03-2018

APDI NÃO ACEITA ORIENTAÇÃO Nº 5 

DA COMISSÃO NACIONAL DE FARMÁCIA E TERAPÊUTICA 


Orientação nº 5 sobre utilização de medicamentos biossimilares e mudança de medicamento biológico 

de referência para um biossimilar, pela Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica (CNFT), em 9 de fevereiro de 2018 


COMUNICADO 


No passado dia 9 de Fevereiro a CNFT, enquanto órgão consultivo do INFARMED emitiu uma orientação relativa à utilização de biossimilares e mudança dos medicamentos biológicos de referência para um biossimilar que mereceu a nossa análise. 


Assim, a APDI – Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino, Colite Ulcerosa, Doença de Crohn entende e aceita que os biossimilares representam uma oportunidade de mais doentes com Doença Inflamatória Intestinal (DII) terem acesso a um tratamento adequado à sua doença, mas não aceita que a tónica seja colocada única e exclusivamente no controlo de custos, tal como é referido na orientação em causa. 


Não nos parece razoável que a um doente que se encontra clinicamente estável com uma determinada medicação e com o apoio e acompanhamento do seu médico – por exclusivas questões financeiras - seja promovida a mudança para um biossimilar sem envolver o doente e sem se ter em conta que essa mudança poderá alterar o seu estado de saúde. 


Acresce que a relação médico doente é, como todos sabemos, uma relação fundamental no âmbito de uma doença crónica. Esta alteração vem comprometer o elo de confiança e de estabilidade, quer do doente quer do médico, visto que a decisão relativa à escolha do medicamento transita do médico para o farmacêutico hospitalar, podendo colocar em causa a ligação de entendimento mútuo entre o médico e o seu doente. Para além disso, o farmacêutico hospitalar não conhece, nem tem de conhecer, o quadro e características clinicas do doente podendo colocar em risco a sua saúde. 


É nosso entendimento que, no programa de mudança devem ser incluídos não só os médicos, farmacêuticos e enfermeiros mas também, e fundamentalmente, o doente. Este deve ser devidamente informado e expressar o seu consentimento. 


Por outro lado, e ainda tendo por base o texto da Orientação nº 5 da CNFT, parece-nos haver uma contradição. Não entendemos por que razão é que o médico prescritor tem de explicar ao doente todo o processo de mudança quando quem decide a alteração de medicamento são os serviços farmacêuticos da instituição disponibilizando a alternativa economicamente mais vantajosa, que poderá não coincidir com a prescrição do seu médico. 


Relativamente à parte final da "alínea e" do ponto 6 ficou por esclarecer quem toma a decisão final no caso de recusa de mudança e se o doente tem voz ativa nessa decisão porque não podemos esquecer que, em última análise, a sua saúde e até a sua própria vida podem estar em causa. 


Não menos importante é ainda de salientar que para as DII não há tantas alternativas de medicamentos biotecnológicos que se possam correr riscos desnecessários de não ter outra alternativa que não seja a cirurgia. 

Em conclusão: Não podemos aceitar que a decisão de mudança seja deixada em última análise aos serviços farmacêuticos hospitalares deixando de fora tanto a decisão do doente como do seu médico especialista que o acompanha. 

IRS 2018

23-03-2018

0,5% do seu IRS pode fazer a diferença

Uma das formas de nos ajudar é quando preencher a sua declaração de IRS, mencionar a APDI. Para tal, basta preencher o Modelo 3 - Rosto. Campo 1101 do Quando 11 com o NIF 503 454 311 e assinalar com uma cruz a opção "Instituições Particulares de Solidariedade Social ou Pessoas Coletivas de Utilidade Pública" (art.32 nº6).

Poderá também doar o reembolso de 15% do seu IVA suportado. 


Revista EFCCA - FEV 2018

05-02-2018

Veja em revista o que se fala na Europa lendo a revista da EFCCA - European Federation of Crohn's & Ulcerative Colitis Associations


http://www.efcca.org/sites/default/files/efccamagazineIssue1_2018WEB.pdf

APDI no Saúde em Jogo - 17 de janeiro

17-01-2018

Veja ou reveja a Presidente da APDI, Dra. Ana Sampaio, no Saúde em Jogo apresentado por Marina Caldas onde se falou da Doença de Crohn e Colite Ulcerosa.


"A doença de Crohn e a Colite Ulcerosa afectam cada vez mais os portugueses. Neste Saúde em Jogo contamos com o testemunho de um caso real e com as explicações da Dra Ana Sampaio, presidente da Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino, e Dra Marília Cravo, directora do Serviço de Gastrenterologia do Hospital Beatriz Ângelo."


Veja ou reveja aqui o programa.

1º Congresso APDI

27-11-2017

O 1º Congresso da APDI sob o tema “Relação Médico-Doente e Qualidade de Vida do doente com DII” teve lugar este sábado, dia 25 de novembro de 2017, e foi um sucesso. Tivemos mais de 100 participantes desde doentes, seus familiares, estudantes de medicina, administradores hospitalares e profissionais de saúde.

A sessão de abertura foi realizada pela presidente da APDI, Ana Sampaio, e por José Luís Medina, em representação do Presidente do Conselho Regional do Norte da Ordem dos médicos.

Em seguida a vice-presidente da APDI, Cândida Cruz, apresentou as conclusões do Workshop realizado em maio sobre o tema “Relação Médico-Doente”. Este workshop contou com 30 participantes de diferentes valências que fazem parte desta relação (doente de DII, família, médico, enfermeiro, farmacêutico, psicólogo, nutricionista, administrador hospitalar e industria farmacêutica).

Seguiu-se uma mesa redonda sobre este tema que foi moderada pela nossa madrinha da associação, Marina Caldas, e teve como participantes o nosso psicólogo, Jorge Ascensão, a doente de DII e nossa colega da APDI Vera Coelho, Joana Torres, gastrenterologista do Hospital Beatriz Ângelo, Rosa Matos, presidente da ARSLVT, e Leonel Fernandes, representante da Ordem dos Enfermeiros.

Após o almoço a CEO da EFCCA – Europen Federation of Crohn´s and Colitis, Luisa Avedano, deu-nos uma perspetiva da “DII no Mundo” com a tradução do estudante de medicina Diogo Barros.

Depois Paula Lago, membro do GEDII – Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal, falou sobre as “Novas terapêuticas na DII”.

Seguiu-se uma mesa redonda sobre “Novas terapêuticas e avanção científicos” que contou com a participação de Miguel Guimarães, Bastonário da Ordem dos médicos, João Bruno Soares, gastrenterologista do Hospital de Braga, Helena Farinha, membro da Direção Nacional da Ordem dos Farmacêuticos, e Fernando Regateiro, Presidente do Conselho de Administração do HUC.

A última apresentação foi realizada por Ana Sampaio sobre os resultados do “Impacto de DII em Portugal” efetuado no início deste ano e que contou com a participação de mais de 500 doentes com doença de Crohn e colite ulcerosa.

O encerramento foi efetuado pela vice-presidente, Cândida Cruz.

No final de tudo tivemos a nossa Assembleia Geral onde foi aprovado o plano de atividades e orçamento para o ano de 2018.

Obrigado a todos que participaram.